Ficção

A morte do ultimo defensor…

A morte do ultimo defensor da captura de mais valias urbanas. Gravações extraídas do Processo n. 147/N em 26 de setembro de 2067 a serem anexadas ao pedido de indulto do prisioneiro XYZ. “Terça-feira 25 de setembro de 2067. Finalmente recebi autorização do diretor do presídio onde me encontro encarcerado há mais de 19 anos …

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15 comentários

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  1. Patricia Amorim

    Prezado Sandroni,

    Bom dia!

    Sou estudante de Arquitetura e Urbanismo em Belo Horizonte e estou fazendo meu Trabalho Final de Graduação sobre Operações Urbanas Consorciadas. O foco da pesquisa é forma de divulgação do instrumento urbanistico, ou seja, como as informções chegam até a população e empreendedores e qual o grau de envolvimento destes na aplicação da OUC, além de pesquisar se o desinteresse da sociedade decorre do fato da dificuldade na forma de visualização e divulgação disseminada pelo poder público.
    Como meu estudo de caso é a OUC Faria Lima, gostaria, por gentileza, de saber se há uma possibilidade do senhor responder algumas perguntas para complementar minha monografia. Se sim, qual seria sua preferencia de contato para que possa fazê-las.

    Desde já agradeço a atenção.
    Aguardo retorno.

    Atenciosamente,

    Patricia Amorim

    1. Paulo Sandroni

      Estimada Patrícia,

      Pode enviar as perguntas. Creio que seria interessante postá-las no Blog assim como as respostas, pois isso pode ser do interesse de outros leitores.

      Saudações

      Paulo Sandroni

  2. Sigismundo Miguel Averoldi

    Caro Mestre,

    Recentemente li no Estadão, que o Paul Krugan iria sugerir ao Tesouro do USA, que fosse cunhada uma moeda no valor de U$ 1 Trilhão, referente a dívida interna.
    Como entender tal proposição.
    Como você, explica de forma simples, recorro-me a sua didática em esclarecer tal sugestão.

    Temos saudades das suas explicações de economia.

    Um grande abraço.

    1. Paulo Sandroni

      Estimado Sigismundo,

      A emissão de moeda é emissão de uma “dívida” não resgatável, ao contrário dos títulos do Tesouro.
      A emissão de uma moeda nesse valor faria com que um trilhão da dívida pudese ser resgatada com esse poder de compra, ou essa moeda serviria de “lastro” para a emissão de mais um trilhão de dívida que é necessário para cobrir os déficits do governo. Aparentemente o governo poderia fazer isso com uma permissão já concedida pelo Senado, mas fazê-lo significaria uma declaração de guerra com a Camara de Deputados onde o governo tem minoria. In extremis, isto é, para evitar uma volta à recessão o governo poderia recorrer a este mecanismo mas acho difícil, pois seria governar em guerra com o Congresso onde em uma das Casas o governo não conta com maioria. Ou então arriscar e confiar que nas eleições parlamentares de 2014 se recupere a maioria nesta Casa do Congresso. Essa são as minhas impressões.

  3. Rafael Pereira

    Estimado Prof Sandroni,

    gostaria de compartilhar com voce um estudo recente sobre o tempo que as pessoas gastam diariamente no deslocamento casa-trabalho. O Grafico 5, em particular, traz um dado curioso da desigualdade entre ricos e pobres.

    http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=16966

    abraços,

    Rafael Pereira

    1. Paulo Sandroni

      Estimado Rafael,

      Obrigado pela indicacão. Trata-se de um estudo realmente interessante. Tenho trabalhado muito na questão da tendencia ao aumento de custos dos servicos publicos e o transporte e um dos exemplos mais contundentes. Embora o tempo gasto diriamente pelas pessoas não seja computado neste custo e não tenha diretamente uma expressão monetaria eles deveriam entrar tambem nessa conta. No blog tenho um texto a respeito na janela Urban Development Papers.

      abracos,

      Paulo Sandroni

  4. Erick

    Caro Mestre, li um livro de sua autoria, o livro Traduzindo a Economes Para Entender a Economia Brasileira, antes de decidir fazer a faculdade de economia, li muitas obras de economistas renomados no Brasil, mas tenho que confessar que a minha grande fome por leitura se ateve muito mais a esta sua presente que explica muito bem o assunto que esta proposto em ser tratado, um livro ótimo, com bons conteúdos , bons exemplos, e boas explicações, com certeza recomendo este livro para todos que me perguntarem um livro bom pra ler. Ainda não sou um universitário, estou cursando o 3º, mas tenho certeza que com todos os conteúdos acumulados com os quais me informei, sem duvida vou iniciar bem a faculdade de Economia… Parabéns, ótima obra!!!

    1. Paulo Sandroni

      Erick, o objetivo deste livro foi exatamente este: explicar como funciona uma economia como a brasileira para não iniciados. Espero que voce tenha muito exito em sua carreira de economista e se tiver oportunidade leia outros textos de economia na minha pagina web – inclusive alguns jogos – pois gostaria de saber sua opinião.

      abs. PSandroni

  5. Paulo Ambrozevicius

    Caro professor Sandroni,

    Participei da IV Gincana Federal de Economia, organizado pelo COFECON, no início desse mês, representando a Universidade Federal de Rondônia. Chegamos a conversar brevemente, a respeito da possibilidade de negociarmos um licenciamento, para que a minha Universidade pudesse utilizar o jogo que o senhor desenvolveu como um recurso didático no curso.

    Conversei com o coordenador do meu curso e o interesse existe. Se o senhor puder, por favor, informar algum email para formalizarmos a solicitação, agradeço muito!

    Grande abraço!

    Paulo

  6. Bruno ribeiro da silva

    Estimado Prof Sandroni,

    sou aluno da 1ª fase de direito, e estou terminando um trabalho semestral de economia politca
    gostaria que se possivel em suas nobres palavras, me responder se:

    o conceito de relações de troca surgiria em um país desenvolvido?

    att

    1. Paulo Sandroni

      Estimado Bruno, os paises desenvolvidos historicamente sempre defenderam os preços de suas exportações e
      podemos dizer que ateá recentemente as relações de troca na maior parte dos casos os favoreceram. No passado esta relação se dava entre produtos primários ( agricultura, mineração) exportados pelos paises subdesenvolvidos e os produtos manufaturados exportados pelos primeiros. Raul Prebisch nos anos 50 chamou a atenção para este desequilíbrio com o conceito de deterioração dos termos de intercambio, ou da relação de trocas que significa uma perda nos preços dos produtos primários em relação aos manufaturados o que obrigava os primeiros a exportar um volume cada vez maior para recuperar as receitas. Era um manifesto em favor da industrialização ou substituição de importações e inclusive a substituição de exportações ( ao invés de produtos primários nossos paises deviam exportar produtos industrializados. Hoje, essa questão se desloca para a relação entre a export. de manufaturados versus a importação de serviços. No meu dicionário de economia do seculo XXI voce encontrará um verbete a este respeito e inclusive uma manifestação desta deterioração durante as primeiras décadas do século vinte nas palavras do então presidente Arthur Bernardes.

  7. Jedlicki

    Estimado Paulo:
    me llamo Sabine que va a Sao Paulo proximamente para que les diera vuestro telefono. Resulta que el que yo tenia desde que nos vimos hacen ya mas o menos de diez anos no funciona. En efecto en el 2008 o 2009 estuve algunos días en un seminario por alla y trate de ubicarte sin poderlo con el teléfono que tenia. Si ves este mensaje puedes enviarme tus coordenadas y mail asi las tendre y ademas poder comunicárselas a Sabine que parte el viernes próximo.
    Un abrazo
    Claudio

  8. dupuy Sabine

    Paulo, no encuentro otra manera de tomar contacto contigo y Vera. ¿Te acuerdas la gringa de Francia , Claudio J. , Santiago, etc…? Voy a estar en Saõ Paulo unas dos semanas a principio de Noviembre. Me gustarìa mucho tener la oportunidad de verlos. ¡Hace tanto tiempo, pero quizas el mejor! Si te conviene, mandame una direccion email… Te mando un abrazo cariñoso desde yà. Sabine

  9. Célio Sztoltz

    Bom dia Paulo.

    Sou Diretor Técnico no Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis e cheguei à você por meio de uma indicação do Economista Urbano Alberto Paranhos, de Curitiba.
    Estamos nos organizando para iniciar o processo de criação e regulamentação de uma Operação Urbana Consorciada aqui em Florianópolis e estamos em busca de consultores que possam nos auxiliar.
    Você poderia nos passar o seu contato para conversarmos um pouco mais sobre o assunto por favor? Caso o senhor não possa nos auxiliar, peço que mesmo assim entre em contato para indicar outros profissionais por favor.
    O meu e-mail é celio.ipuf@gmail.com e o telefone do Instituto é (48) 3212-5701.

    Muito obrigado,

    Célio Sztoltz

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